quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Maybe
Lost in his thoughts, a man is joined at the bus stop by a young woman. As his imagination runs wild, he can't help but wonder: maybe she's the girl of his dreams...
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Significado
Fui a quieta biblioteca da pós emprestar um livro texto. Como apreciador de livros me surpreendi novamente com a quantidade de temas interessantes que autores escolheram, quanto conhecimento existe lá fora que dificilmente irei me aprofundar. Havia livros sobre a história da ciência, história das mulheres na ciência, história das mulheres nas cidades, teoria da história das cidades (!), enfim... de tudo. Um livro sobre ciência com o inspirado título de "A Esperança de Pandora", do lado de um mesmo não tão inspirado, "A Consciência da Ciência". Enquanto andava pela história, artes, ciência, processamento digital de dados com redes fuzzy, reparei que todos os livros tinham um pequeno adesivo colorido colado na parte lateral. Alguns azuis, outros verdes. Será que significam que alguns é consulta local, outros podem ser emprestados? Na tentativa de achar algum padrão lógico olhei a prateleira como um todo e vi que existiam alguns verdes, alguns azuis na mesma linha, um título com vários azuis, outro com poucos, outro só azuis. Não parecia fazer sentido. Em minha busca escaneei as outras prateleiras e qual minha surpresa ao constatar a mesma falta de ordem nos adesivos azuis, mas também nos rosas, amarelos.... Agora sim estava perdido, na última tentativa de fazer algum sentido desse código bibliotecário louco pensei que poderiam ser por assunto, já que a minha prateleira macho de matemática não tinha nenhum rosinha. Que ilusão, as cores e misturavam completamente em vários temas, em algumas havia um de cada cor dentro do assunto insólito de "redes neurais darwinianas"! Escolhi o meu livro texto (azul) e um livro de história (verde). Envergonhado por não ter descoberto o código me imaginei chegando no balcão e o jovem funcionário dizer rindo e balançando a cabeça em desaprovação "Senhor, vc não pode emprestar os livros verdes!". Minha última esperança detetivesca foi procurar alguma folha pendurada em alguma parede que me solucionasse o mistério. Nada.
Enfim, fui ao balcão. O atendente pegou os meus livros e começou a processá-los, para minha agonia sem olhar os adesivos, quem sabe pensasse "Ninguém seria idiota de tentar emprestar um livro azul!". Sem mais aguentar aquela tensão perguntei calmamente "O que significam os adesivos". Lentamente ele me olhou nos olhos e disse ainda mais calmamente "nada". Não consegui conter o riso ao perceber que esperava a explicação mais estapafúrdia como "os azuis são devolvidos na quarta, os amarelos na segunda..." mas não estava preparado para a absurda evidente verdade, nada. Ri porque acho que a vida também é assim, buscamos significado nos céus, nas folhas de chá, nas cartas mas mesmo quando aparentemente tudo parece se encaixar e obviamente haver um significado... as vezes não é nada.
É claro que, ao contrário da vida, já houve um motivo para aqueles adesivos, mas quem se importa?
Enfim, fui ao balcão. O atendente pegou os meus livros e começou a processá-los, para minha agonia sem olhar os adesivos, quem sabe pensasse "Ninguém seria idiota de tentar emprestar um livro azul!". Sem mais aguentar aquela tensão perguntei calmamente "O que significam os adesivos". Lentamente ele me olhou nos olhos e disse ainda mais calmamente "nada". Não consegui conter o riso ao perceber que esperava a explicação mais estapafúrdia como "os azuis são devolvidos na quarta, os amarelos na segunda..." mas não estava preparado para a absurda evidente verdade, nada. Ri porque acho que a vida também é assim, buscamos significado nos céus, nas folhas de chá, nas cartas mas mesmo quando aparentemente tudo parece se encaixar e obviamente haver um significado... as vezes não é nada.
É claro que, ao contrário da vida, já houve um motivo para aqueles adesivos, mas quem se importa?
domingo, 27 de janeiro de 2008
(textos imcompletos) (aforismos?)
A verdade é superestimada. Nossa amiga é a mentira. Assim como os mais inteligentes felizes, são os melhores mentirosos. Mentirosos deles mesmos. Pra eles mesmos. Mentem até quando se perguntam se são felizes. Pros outros, pra eles mesmos. Que inveja de tal homem. Que pena de tal alma.
Hugo Chavez é como um primeiro amor. Eu, como a maioria dos intelectuais, quando jovem flertei com a esquerda. Mas esses tempos já se foram, e assim como nossa primeira paixão se transformou eu tb passei a ver o lado feio dessa velha amante infantil. Os problemas são os que nunca superaram o primeiro amor, fracos. Os sonhos são os que morrem primeiro. Quando olho qualquer louco levantando o estandarte de Che, uma centelha nostálgica desperta mim. Mas assim como as lembranças do primeiro beijo, as boto de lado rapidamente como lembranças de uma época ingênua...
Enquanto existirem ateus Deus ainda estará presente. O homem só será livre quando todos os ateus sumirem, e haverem apenas homens.
Hugo Chavez é como um primeiro amor. Eu, como a maioria dos intelectuais, quando jovem flertei com a esquerda. Mas esses tempos já se foram, e assim como nossa primeira paixão se transformou eu tb passei a ver o lado feio dessa velha amante infantil. Os problemas são os que nunca superaram o primeiro amor, fracos. Os sonhos são os que morrem primeiro. Quando olho qualquer louco levantando o estandarte de Che, uma centelha nostálgica desperta mim. Mas assim como as lembranças do primeiro beijo, as boto de lado rapidamente como lembranças de uma época ingênua...
Enquanto existirem ateus Deus ainda estará presente. O homem só será livre quando todos os ateus sumirem, e haverem apenas homens.
beleza (texto inacabado)
A beleza, sua beleza. Como a brasa de uma divindade, que ainda brilha seu fogo divino, e único jeito de saber que a pouco Deus esteve entre nós pois suas brasas ainda fulguram.
Barcelona
A beleza é fascinante. Mas com Umberto eco escrevendo historia da beleza, e diversos outros intelectuais discorrendo sobre o assunto (o que é beleza por exemplo), chega a ser um assunto batido. Um tema batido a se idolatrar. Mas algo me fascina mais que a beleza feminina (intelectualmente claro), é a fascinação masculina pela beleza feminina, e me fascina ainda mais a presunção extremamente arrogante do sexo oposto(e alguns homens tb claro) ao afirmar ou relegar esse impulso e esse tema como sexual . Que ultraje, que atrevimento, que arrogância!!! Como podem se colocar em nosso lugar pra saber como isso é importante. Mais que a fome, mais que tudo!!! Como se relegando esse assunto ao circulo “sexual” o estivesse diminuindo, primitivando, tirando sua forca, sutil e superior. Que absurdo! Porque algo que nos é natural deve ser primitivo, baixo? O sexo puro o é, sem duvida. Mas tirando a discussão da beleza da esfera intelectual, mental, e levando-a para a sexual, quando na verdade ela é o ápice de ambas!! Uma união sagrada e profana, destinada a ser única e forte. Como uma mulher pode sequer pensar entender o que o homem sente ao ver uma musa passar? A ereção, o desejo, bahh, isso, homens sentem o tempo todo por coisas frívolas, uma musa é muito mais que isso, uma neblina de prazer que cega o intelecto, não,errado, que o embeleza, o perfuma!!! O perfuma!! Essa sensação, alquimia de nossos instintos mais primitivos com o nosso intelecto mais superior é um dos paradoxos de nosso corpo, somos animais mas também somos seres de alma. Como uma mulher pode ter a presunção de entender como esses desejos nos afetam, estes que para o homem perdem em poder apenas para a inanição? Arrogância, arrogância achar que isso é divino, arrogância achar que isso é terreno.
Voltando ao assunto mais cientificamente analisado, é obvio que a beleza feminina ‘;e muito, mas muito mais importante em todos os aspectos, que a masculina. Socialmente, culturalmente, economicamente. Assim, o fascínio que a beleza feminina exerce sobre homens e mulheres é muito maior que a masculina exerce nas mulheres. Puramente sexual, diriam as estúpidas e rasas feministas. Como se o homem fosse apenas uma maquina de fazer sexo.... Triste admitir que vendo de fora posso imaginar que assim pareça, não as culpo por ter esse pensamento, eu tb o teria, mas momentaneamente apenas. Logo colocaria o homem no seu papel não só de animal, mas de animal superior. De animal capaz de entender, compreender e intelectualizar seus instintos. Fazemos isso o tempo todo, com Deus, com nossa comida, com nossos relacionamentos. Existe algo mais natural nos animais superiores e em diversos mamíferos do que o amor a família? Isso é instintivo, colocado em nós em nosso berço. Assim como o desejo... por comida. De dormir. De ver, de ouvir, de sentir o mundo de explorar nossos sentidos. E seguindo isso de nosso sexo. Porque imoral. Porque menor? Porque deve ser colocado como intelectualmente reprimível comparado ao amor de mãe, também fortemente instintivo. Algumas das historias mais queridas não se tratam exatamente disso? De nossos instintos. Agora imagine esse... esta péssimo, muito animal moral. Voltar um pouco...
Barcelona
A beleza é fascinante. Mas com Umberto eco escrevendo historia da beleza, e diversos outros intelectuais discorrendo sobre o assunto (o que é beleza por exemplo), chega a ser um assunto batido. Um tema batido a se idolatrar. Mas algo me fascina mais que a beleza feminina (intelectualmente claro), é a fascinação masculina pela beleza feminina, e me fascina ainda mais a presunção extremamente arrogante do sexo oposto(e alguns homens tb claro) ao afirmar ou relegar esse impulso e esse tema como sexual . Que ultraje, que atrevimento, que arrogância!!! Como podem se colocar em nosso lugar pra saber como isso é importante. Mais que a fome, mais que tudo!!! Como se relegando esse assunto ao circulo “sexual” o estivesse diminuindo, primitivando, tirando sua forca, sutil e superior. Que absurdo! Porque algo que nos é natural deve ser primitivo, baixo? O sexo puro o é, sem duvida. Mas tirando a discussão da beleza da esfera intelectual, mental, e levando-a para a sexual, quando na verdade ela é o ápice de ambas!! Uma união sagrada e profana, destinada a ser única e forte. Como uma mulher pode sequer pensar entender o que o homem sente ao ver uma musa passar? A ereção, o desejo, bahh, isso, homens sentem o tempo todo por coisas frívolas, uma musa é muito mais que isso, uma neblina de prazer que cega o intelecto, não,errado, que o embeleza, o perfuma!!! O perfuma!! Essa sensação, alquimia de nossos instintos mais primitivos com o nosso intelecto mais superior é um dos paradoxos de nosso corpo, somos animais mas também somos seres de alma. Como uma mulher pode ter a presunção de entender como esses desejos nos afetam, estes que para o homem perdem em poder apenas para a inanição? Arrogância, arrogância achar que isso é divino, arrogância achar que isso é terreno.
Voltando ao assunto mais cientificamente analisado, é obvio que a beleza feminina ‘;e muito, mas muito mais importante em todos os aspectos, que a masculina. Socialmente, culturalmente, economicamente. Assim, o fascínio que a beleza feminina exerce sobre homens e mulheres é muito maior que a masculina exerce nas mulheres. Puramente sexual, diriam as estúpidas e rasas feministas. Como se o homem fosse apenas uma maquina de fazer sexo.... Triste admitir que vendo de fora posso imaginar que assim pareça, não as culpo por ter esse pensamento, eu tb o teria, mas momentaneamente apenas. Logo colocaria o homem no seu papel não só de animal, mas de animal superior. De animal capaz de entender, compreender e intelectualizar seus instintos. Fazemos isso o tempo todo, com Deus, com nossa comida, com nossos relacionamentos. Existe algo mais natural nos animais superiores e em diversos mamíferos do que o amor a família? Isso é instintivo, colocado em nós em nosso berço. Assim como o desejo... por comida. De dormir. De ver, de ouvir, de sentir o mundo de explorar nossos sentidos. E seguindo isso de nosso sexo. Porque imoral. Porque menor? Porque deve ser colocado como intelectualmente reprimível comparado ao amor de mãe, também fortemente instintivo. Algumas das historias mais queridas não se tratam exatamente disso? De nossos instintos. Agora imagine esse... esta péssimo, muito animal moral. Voltar um pouco...
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